quinta-feira, 26 de janeiro de 2017
Rogério se reúne com prefeitos de Caicó, Serra Negra e Tenente Laurentino para discutir projetos
sábado, 27 de agosto de 2016
Temos que ter equilíbrio para não cairmos nas provocações dos petistas, diz Agripino sobre sessão do impeachment
O presidente nacional do Democratas, José Agripino (RN), acusou os petistas de provocarem o Senado Federal a fim de, a todo custo, tentarem procrastinar a etapa final do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff. Após uma manhã tumultuada e de ânimos exaltados na Casa, o senador pelo Rio Grande do Norte disse que é imprescindível que a Casa mantenha o equilíbrio e não caia nas provocações dos petistas.
“É preciso que tenhamos a consciência de que ‘o jogo já está jogado’ e que, por isso, não devemos cair nas provocações que os petistas e aliados fazem”, destacou. Agripino afirmou ainda que, devido à gravação de um documentário que contará a história do impeachment, os aliados de Dilma Rousseff estão atuando de forma a tentarem convencer de que o afastamento é um “golpe”, tese refutada desde o início pelo presidente nacional do DEM.
“Os petistas estão com script bem desenhado, atores adestrados, buscando, pela provação, a criação de fatos novos a fim de mudarem o curso do julgamento, o que não vão conseguir”, frisou. “Eles querem, a todo custo, captar algum momento que possa defender Dilma no futuro, o que até agora não aconteceu”, continuou.
terça-feira, 16 de agosto de 2016
Fátima pede soluções para as dívidas dos estados do Nordeste
senadora Fátima Bezerra cobrou, nesta terça-feira, no Plenário, que o presidente interino, Michel Temer, tome medidas urgentes para resolver a questão das dívidas dos estados da regiões Norte e Nordeste do país. Os governadores pedem que seja editada uma medida provisória, a exemplo do que aconteceu com o Rio de Janeiro. Eles reivindicam um repasse de R$ 7 bilhões, como uma forma de compensação ao acordo da dívida dos Estados com a União.
Para Fátima, o governo federal não pode beneficiar apenas um estado. “Não pode ter dois pesos e duas medidas. Para os estados tidos como ricos, o Governo abre as portas do cofre, e trata os Estados do Nordeste dessa maneira. Isso não é justo! Nós lutaremos até o fim para que nenhum projeto de renegociação de dívidas seja aprovado tratando o Nordeste e o Norte com desprezo e com desrespeito”, disse.
Agripino critica carta de Dilma aos brasileiros e diz que gesto é “pura apelação”
O presidente nacional do Democratas, José Agripino (RN), considerou a carta de Dilma Rousseff ao Senado e aos brasileiros, divulgada nesta terça-feira (16), um gesto de “pura apelação” e de quem joga no “quanto pior, melhor”. “Considero pura apelação o gesto da presidente afastada. É inconstitucional e derrotista. Quando a Câmara dos Deputados aprovou a autorização da abertura do processo de afastamento, Dilma poderia ter anunciado essa proposta de plebiscito com compromisso de renúncia imediata. Aí, sim, haveria sinceridade por parte dela. Agora, com o impeachment praticamente aprovado, essa proposta soa apelação e não tem base constitucional. Parece atitude de quem, derrotada, joga evidentemente no 'quanto pior, melhor”, frisou o parlamentar pelo RN.
A carta divulgada pela presidente afastada foi escrita ao longo das últimas semanas com contribuições de alguns dos principais conselheiros políticos da petista, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e os ex-ministros Ricardo Berzoini, Jaques Wagner e José Eduardo Cardozo.
Dilma Rousseff convocou a imprensa para ler o manifesto de quatro páginas e não abriu espaço para perguntas. O principal objetivo da mensagem da petista é tentar obter o apoio, no julgamento final do processo impeachment, de senadores que ainda estão indecisos. O julgamento de cinco dias terá início em 25 de agosto.
Agripino critica carta de Dilma aos brasileiros e diz que gesto é “pura apelação”
O presidente nacional do Democratas, José Agripino (RN), considerou a carta de Dilma Rousseff ao Senado e aos brasileiros, divulgada nesta terça-feira (16), um gesto de “pura apelação” e de quem joga no “quanto pior, melhor”. “Considero pura apelação o gesto da presidente afastada. É inconstitucional e derrotista. Quando a Câmara dos Deputados aprovou a autorização da abertura do processo de afastamento, Dilma poderia ter anunciado essa proposta de plebiscito com compromisso de renúncia imediata. Aí, sim, haveria sinceridade por parte dela. Agora, com o impeachment praticamente aprovado, essa proposta soa apelação e não tem base constitucional. Parece atitude de quem, derrotada, joga evidentemente no 'quanto pior, melhor”, frisou o parlamentar pelo RN.
A carta divulgada pela presidente afastada foi escrita ao longo das últimas semanas com contribuições de alguns dos principais conselheiros políticos da petista, como o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, e os ex-ministros Ricardo Berzoini, Jaques Wagner e José Eduardo Cardozo.
Dilma Rousseff convocou a imprensa para ler o manifesto de quatro páginas e não abriu espaço para perguntas. O principal objetivo da mensagem da petista é tentar obter o apoio, no julgamento final do processo impeachment, de senadores que ainda estão indecisos. O julgamento de cinco dias terá início em 25 de agosto.
sábado, 13 de agosto de 2016
Em Montevidéu, Fátima diz que postura do governo interino enfraquece Mercosul
O Parlamento do Mercosul (Parlasul) se reuniu nesta sexta-feira (12) para a XL Sessão Ordinária em Montevidéu, Uruguai. Durante entrevista à TV Parlasul, a senadora Fátima Bezerra (PT-RN) comentou a posição do ministro interino das Relações Exteriores, José Serra, de articulador para que a Vezenuela não assuma a presidência do bloco.
A senadora explicou que impedir que a Venezuela assuma a presidência do Mercosul viola o Tratado de Assunção (Art.12) e o Protocolo de Ouro Preto, que estabelecem a rotatividade na presidência a cada seis meses.
“Essa medida só faz agravar o problema e ainda por cima enfraquece o Mercosul, pois é pela via do diálogo que se deve buscar solucionar o impasse”, comentou, ao ressaltar que é “um desserviço ao Brasil e à América Latina essa posição do ministro biônico José Serra” e que traria prejuízos econômicos aos países envolvidos.
A senadora potiguar comentou ainda que espera que se consolide a proposta da mesa diretora do Parlasul de criar um "Grupo de Trabalho de Alto Nível" destinado a apontar alternativas concretas para superação do que chama “insustentável impasse político do Mercosul”.
No sábado (13) pela manhã, as Comissões Permanentes do Parlasul se reunirão para retomada dos trabalhos com uma ampla agenda. Também se reunirá a Mesa Diretora do Parlasul.
Em palestra para empresários de Curitiba, Rogério defende modernização da lei trabalhista
O deputado federal Rogério Marinho (PSDB) cumpriu extensa agenda nesta sexta-feira (12) na em Curitiba (PR). Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Comércio, Serviços e Empreendedorismo (CSE), o tucano esteve na capital paranaense para, entre outros compromissos, fazer uma palestra destinada aos empresários da cidade, na Associação Comercial do Paraná (ACP). Em pauta: “a reforma trabalhista, o ajuste fiscal e o estado necessário”; temas que estão em discussão por parte da Frente CSE.
Na palestra, Rogério disse que a “modernização da lei trabalhista é fundamental. Estamos tratando de uma legislação da década de 30, consolidada em 1943. São mais de 70 anos. Nesse tempo, surgiram várias novas atividades que não estão previstas na lei”, disse. Ainda de acordo com o parlamentar, a “terceirização, por exemplo, é um fato. Existe em todos os lugares do mundo”.
Em outro trecho da palestra, o deputado afirmou que um dos grandes problemas do Brasil é o “corporativismo” de algumas atividades. “Entidades organizadas como castas dentro do serviço público que não abrem mão de nenhuma vantagem que possuem. O modelo político brasileiro faliu, a reforma política é necessária para aproximar o eleitor do seu representante. Mas esse não é o único problema”, completou.
Antes de participar do evento na ACP, Rogério Marinho esteve na manhã desta sexta-feira (12) na Assembleia Legislativa do Paraná, onde ocorreu um debate promovido pela Comissão Especial da Câmara que trata da nova Lei Geral do Futebol. Relator da matéria, o tucano destacou que a legislação vai “impactar diretamente no dia a dia dos clubes, dos jogadores e até dos torcedores”.
Já no final da tarde desta sexta, o deputado federal Rogério Marinho se reuniu com o Sindicato das Escolas Particulares do Paraná (Sinepe/PR), também em Curitiba. Na oportunidade, o parlamentar debateu com os representantes da categoria o projeto Escola Sem Partido, que tem como objetivo evitar a doutrinação ideológica em sala de aula, e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Rogério Marinho é autor do projeto de lei que determina a aprovação por parte do Congresso Nacional do BNCC. O objetivo do deputado é exatamente evitar o uso da Base com viés ideológico. O deputado também apresentou outra proposta que está em tramitação na Câmara, que criminaliza o assédio ideológico no ensino.
Agripino apresentará projeto para que famílias assentadas tenham posse da terra
O senador José Agripino (RN), presidente nacional do Democratas, apresentará projeto de lei para que famílias assentadas há anos em terras do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) possam ter a titularidade da propriedade. Em viagem a municípios do Rio Grande do Norte, o parlamentar potiguar contou que viu uma série de famílias assentadas em terras produtoras de energia eólica, como n região do Mato Grande, mas que não têm a posse da terra.
“Vi dezenas, para não dizer centenas de assentamentos. Lá estão instalados colonos, que têm um pedaço de terra delimitado, destinado a eles. Se tivessem o título da terra, eles teriam direito aos royalties e poderiam multiplicar em muito a perspectiva de produção de suas famílias”, frisou.
Agripino garantiu que conversará nos próximos dias com o ministro do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra, para discutir o projeto. “Nada mais lógico e razoável do que dar a esses trabalhadores a titularidade da terra. Será um benefício aos pobres e necessitados para que eles possam melhorar a expectativa de futuro", destacou.
Foto: Mariana Di Pietro
quinta-feira, 11 de agosto de 2016
Fátima participa de debate sobre a redução da maioridade penal
Durante debate sobre a redução da maioridade penal, na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania, nesta quinta-feira (11), a senadora Fátima Bezerra solicitou que a coordenadora da Secretaria de Direitos Humanos do Ministério da Justiça, Flávia Piovesan, se empenhe em mudar o pensamento do governo interino e de seus representantes no Congresso Nacional, que defendem a redução.
Para a senadora, apesar do posicionamento contrário da coordenadora da Secretaria de Direitos Humanos, o governo interino insiste na redução. “A senhora fez um pronunciamento claro e firme, mas faço um apelo para que convença o governo do qual faz parte para assumir a mesma posição. Digo isso porque a PEC que está em debate nesta Casa é de autoria do senador Aloysio Nunes, líder do governo, e tem como relator o senador Ricardo Ferraço, também integrante da base governista”, destacou.
Mais cedo, na audiência pública, Piovesan havia se posicionada contrariamente à redução da maioridade penal. “Digo não à redução da maioridade penal, porque nossos adolescentes não merecem como resposta serem confinados em prisões com adultos. Merecem mais escolas e menos prisões”, disse.
Fátima também solicitou que Flavia Piovesan se posicione contrária a Proposta de Emenda à Constituição 241/2016, de autoria do governo interino, que visa a congelar os gastos sociais.
Imprensa nacional destaca reunião de Frente liderada por Rogério Marinho com ministros
Os principais veículos de comunicação do país destacaram a reunião da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Comércio, Serviços e Empreendedorismo (CSE) com os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Henrique Meirelles (Fazenda). O encontro ocorreu na quarta-feira (10), em um restaurante de Brasília e foi comandado pelo deputado federal Rogério Marinho (PSDB), presidente da Frente CSE. Também estiveram presentes dezenas de parlamentares e representantes de entidades empresariais.
A revista Istoé publicou em seu portal que Meirelles afirmou, durante o encontro com os parlamentares, “que a crise brasileira foi gerada internamente, ao contrário das crises financeiras internacionais de 2008 e da crise da década de 30, com a quebra da bolsa de Nova Iorque. Para o ministro, no entanto, foi crucial fazer um diagnóstico correto, porque a confiança dos empresários e dos consumidores “caía sistematicamente até cerca de dois meses atrás”.
Segundo a Folha de SP, os ministros Padilha e Meirelles celebraram a aprovação por parte da câmara do projeto de renegociação da dívida dos Estados. "Para Meirelles, não houve perda de força da equipe econômica", disse o jornal. O Estadão e O Globo publicaram notícias semelhantes.
“Pela lei, se descumprido o teto, os estados perdem as prerrogativas previstas na renegociação de dívidas com o governo federal, tendo de voltar a pagá-las nos termos originais, mais onerosos. Segundo Meirelles, o governo não vai tentar alterar o texto no Congresso, uma vez que a situação está “bem equacionada” com a aprovação do teto”, informou O Globo.
“Em discurso num almoço com a Frente Parlamentar Mista em Defesa do Comércio, Serviços e Empreendedorismo, Padilha disse que além de formar um ‘dream team’ na área econômica, Temer montou um ‘ministério de notáveis’ que garante os votos no Congresso para o governo aprovar as medidas propostas”, acrescentou a agência internacional de notícias Reuters.
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Rogério Marinho lidera reunião da Frente CSE com ministros Padilha e Meirelles
A Frente Parlamentar Mista em defesa do Comércio, Serviços e Empreendedorismo (CSE) se reuniu nesta quarta-feira (10) com os ministros da Casa Civil, Eliseu Padilha, e da Fazenda, Henrique Meirelles. Na pauta do encontro, realizado em um restaurante de Brasília, um debate em torno do ajuste fiscal proposto pelo governo e as reformas tributária e da Previdência.
A reunião foi liderada pelo deputado federal Rogério Marinho (PSDB), presidente da Frente CSE. “Nós entendemos que estamos passando por um momento ímpar na história do país. Este é o pior rendimento econômico da história do Brasil. Não é uma marolinha e afeta a sociedade brasileira em toda a sua estrutura”, disse o tucano, enfatizando que o colegiado se colocava à disposição para um esforço conjunto no sentido de “mudar a situação em que o país se encontra”.
O primeiro a falar foi o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha. “Estamos vivendo um momento decisivo para a organização estatal brasileira. O modelo de estado está falido. Não há como ficar de pé. O Estado tem uma musculatura muito grande e esqueceu de prestar serviços a sociedade. Há um grande aparato estatal, que esqueceu de ser prestador de serviço”, disse. Sobre o ajuste fiscal, Padilha afirmou que nunca houve nada parecido com esta proposta na história do país.
Já Meirelles, disse que o Brasil vive atualmente o pior momento da crise econômica, “quando a população sente diretamente os efeitos do problema”. O ministro ressaltou as palavras ditas por Rogério na abertura do encontro, enfatizando que esta é a pior situação vivida pelo país em toda a sua história.
“A nossa avaliação foi de que seria crucial passarmos uma mensagem muito forte de controle fiscal. Um governo que dirige um país tem que saber, em primeiro lugar, controlar as próprias contas. A partir daí ele pode administrar o país. O primeiro passo é oferecer esse controle”, disse Meirelles.
A reunião da Frente CSE contou com a presença de dezenas de parlamentares e de representantes das principais instituições representativas do setor no país, entre eles Fernando Yamada, da União Nacional de Entidades do Comércio e Serviços (Unecs).
Agripino adere campanha “Eu Acredito na Força do Paz” e ressalta importância da união do RN
senador José Agripino (RN) aderiu nesta quarta-feira (10) à campanha “Eu Acredito na Força da Paz”, promovida pela Arquidiocese de Natal e pela Rádio Rural de Natal AM 1090. A mobilização funciona da seguinte forma: usuários das redes sociais são convidados a postarem, em seus perfis pessoais, uma foto que mostre a palma de sua mão com um coração pintado de branco. Todos devem utilizar a hashtag #EuAcreditoNaForçaDaPaz.
Para o presidente nacional do Democratas, ações como essa são imprescindíveis na tentativa de chamar a atenção da sociedade sobre a importância das ações de combate à violência. Alem disso, a campanha promove o sentimento de união em torno da melhoria da segurança pública em todos os níveis.“Toda campanha de conscientização e apoio às grandes causas tem seu valor. Enquanto legislador, tenho feito minha parte, criando projetos na área de segurança pública a fim de colaborar com o momento delicado que vive o RN. E, não somente como senador, mas como cidadão participo e aplaudo a iniciativa da Arquidiocese de Natal. Contem com meu apoio e com meu mandato, pois defendo a união de todos nesse momento”, destacou.
“Eu Acredito na Força da Paz”
A campanha será impulsionada durante o “II Evangelizar é Preciso Natal”, neste sábado (13), a partir das 12h, no Espaço João Paulo II, conhecido como Papódromo. O show contará com a presença do Padre Reginaldo Manzotti e artistas católicos locais, como Padre Nunes, Sandro Menezes, Léia e Sonia, entre outros. Às 16 horas, está prevista a celebração da missa a ser presidida pelo Arcebispo Dom Jaime Vieira Rocha.
O “II Evangelizar é Preciso Natal” faz parte das comemorações dos 25 anos da vinda do Papa João Paulo II à capital potiguar. A atividade também marca os 58 anos de história da Rádio Rural.
Agripino diz que resultado da votação pela continuidade do impeachment deve-se à consistência da acusação
O presidente nacional do Democratas, José Agripino (RN), disse que a aprovação do relatório do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG) favorável ao afastamento definitivo da presidente afastada Dilma Rousseff deve-se à consistência da acusação de que a petista praticou crime de responsabilidade. “Esse resultado traduz a consistência da acusação e a voz das ruas do Brasil”, frisou o parlamentar pelo Rio Grande do Norte.
Na madrugada desta quarta-feira (10), após 15 horas de sessão, o plenário do Senado aprovou, por 59 votos a favor e 21 contra, o prosseguimento do processo de impeachment de Dilma Rousseff. Eram necessários 41 votos. A partir de agora, a presidente afastada torna-se ré e seu julgamento final ocorrerá, provavelmente, a partir dos dias 25 ou 26 de agosto. Para aprovar a cassação de Dilma Rousseff, são necessários 54 votos no Senado.
José Agripino voltou a criticar argumentos usados pelo PT e aliados de que o pedido de afastamento “trata-se de um golpe”. “Não nos venham com essa história de golpe. Golpe é quando você tem avião voando, tanque na rua, baioneta exposta. O que tem aqui é a Constituição brasileira sendo seguida à risca. A todo momento, a Constituição é invocada, o regimento, solicitado”, ressaltou o presidente nacional do DEM.
Para o senador potiguar, não há dúvidas de que Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade e que também descumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal. “Votei ‘sim’ pelo impeachment por razões de ordem legal e também pelo respeito que tenho pelas vozes das ruas do Brasil. O país está parado, esperando por mudanças e o Senado não pode se omitir dessa responsabilidade”, concluiu.
terça-feira, 9 de agosto de 2016
Voto pelo impeachment por razões de ordem legal, diz Agripino durante sessão que analisa afastamento de Dilma Rousseff
Durante a sessão, nesta terça-feira (9), que analisa o prosseguimento do processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff, o presidente nacional do Democratas, José Agripino (RN), rechaçou argumentos de que “se trata de um golpe” e disse que votará pelo afastamento por funções de ordem legal. “Golpe é quando temos tanques nas ruas, aviões voando. O que temos aqui é a constituição brasileira sendo seguida à risca”, ressaltou. “Vou votar a favor do impeachment em função de ordem legal e também pelo respeito que tenho pelo sentimento das vozes das ruas do Brasil”, acrescentou.
Em relação às alegações do PT de que o pedido de afastamento não foi discutido à exaustão, Agripino lembrou que foram nove meses e meio de análise, “até roteiro foi feito para que nada saísse da legalidade, tudo foi seguido à risca pelo que prevê a Constituição Federal”. “Muitas dúvidas regimentais surgiram. Algumas foram parar no Supremo Tribunal Federal, que de pronto se manifestou”, lembrou.
O parlamentar pelo Rio Grande do Norte disse ainda que, ao contrário do que alegam os aliados de Dilma Rousseff, o Senado não “celebra” um momento político delicado como esse. “Pedido de impeachment é uma coisa muito séria. Esse é um dos momentos mais graves que estou presenciando em toda minha vida parlamentar. Estamos decidindo o mandato de uma presidente da República que foi eleita, sim, mas que também cometeu delitos, sim”, explicou.
Agripino pediu cautela aos parlamentares em suas afirmações de golpe para que declarações como essas não tragam consequências negativas para o Brasil no cenário internacional. “Temos que agir com moderação para que o Brasil não perca seu status de país democrático, para que continue sendo visto como um país que preza pela democracia”, destacou. Ainda de acordo com o presidente do DEM, não há dúvidas de que Dilma Rousseff cometeu crime de responsabilidade e que descumpriu a Lei de Responsabilidade Fiscal.
“A presidente afastada baixou decreto de suplementação sem pedir autorização para o Congresso. É como se o Congresso não existisse, como se a lei não existisse para ser cumprida”, criticou o parlamentar potiguar. “Foi por causa de ações como essa e de outras, como o descumprimento evidente da Lei de Responsabilidade Fiscal, que levaram o país ao caos econômico que está vivendo”, continuou. “O Brasil está parado esperando mudanças”, concluiu.
Foto: Mariana Di Pietro
Impeachment: Fátima declara que não compactua com golpe
Ao se posicionar contra o impeachment da presidenta Dilma Rousseff durante a sessão de pronúncia do impeachment do Senado, a senadora Fátima Bezerra disse que não compactua com golpe. Para ela, o relatório do senador Antonio Anastasia, que pede o afastamento da presidenta Dilma Rousseff, é fraudulento, já que, em quase três meses de trabalho da comissão, a acusação não conseguiu provar que a presidenta tenha cometido crime algum que justifique seu afastamento. “Não adianta quererem nos censurar, retirando das notas taquigráficas as palavras infâmia, fraude, porque diante da falta de embasamento jurídico de comprovação de crime de responsabilidade por parte da Presidenta Dilma, é, sim, um relatório fraudulento este apresentado pelo senador Anastasia!”, disse.
Para a Fátima, as chamadas pedaladas fiscais e os decretos de crédito suplementar não passam de artifícios utilizados por aqueles que procuram um atalho para efetivar o golpe e implantar um novo projeto de governo, que já foi rejeitado quatro vezes nas urnas. “Esse não é só um golpe contra a Presidenta Dilma, contra a Constituição e contra a democracia. Trata-se também da imposição de uma agenda para confiscar direitos dos trabalhadores, conquistados desde a Era Vargas, passando pela Constituição cidadã e pelos governos Lula e Dilma!”, afirmou
Fátima lembrou que, se efetivado, o golpe jogará o país em um longo período de autoritarismo e de perda de direitos dos trabalhadores. “Antes mesmo da certeza do poder, já colocam em curso o projeto de dilapidação do patrimônio público, por meio das privatizações feitas de forma açodada e irresponsável, e da entrega do nosso pré-sal, tão importante para garantirmos a continuidade das metas do precioso Plano Nacional de Educação, pelo qual tanto lutamos!”, lembrou. Ela lembrou também as reformas previdenciária e trabalhista, já anunciadas, que devem alterar a jornada de trabalho, aumentar limite de idade e tempo de contribuição para aposentadoria, entre outras perdas.
Para a senadora é, no mínimo, uma injustiça o fato de a presidenta Dilma, contra quem não há nenhuma denúncia de envolvimento em crimes, estar sendo afastada do cargo para, em seu lugar, ser colocado alguém que tem seu nome envolvido em várias delações no âmbito da Lava Jato, como é o caso do presidente interino. “Enquanto Dilma está sendo afastada por ter atrasado repasses, para bancos públicos, de subvenções dadas a agricultores para impulsionar a economia no país e, por fazer adequações orçamentárias para cumprir compromissos especialmente com programas sociais, o presidente que usurpou sua cadeira e vários membros de sua equipe têm seus nomes envolvidos em delações ocorridas nas investigações da Lava Jato.
No último final de semana, a revista Veja divulgou a notícia de que o presidente interino, Michel Temer, teria pedido "apoio financeiro" da Odebrecht para o PMDB e que a empresa teria repassado R$ 10 milhões em dinheiro vivo a integrantes do partido nas eleições de 2014. Além disso, a matéria traz a informação de que a campanha do hoje ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB-SP), à Presidência da República, em 2010, recebeu R$ 23 milhões da empreiteira via caixa dois.
“É uma blindagem vergonhosa, que escancara o que temos dito, que o impeachment é também para sepultar investigações!”, salientou.
Entidades discutem com o MPF de Souza a limpeza do Rio Aguiar
Na tarde desta segunda-feira (08), representantes do Comitê da Bacia Hidrográfica do Piancó-Piranhas-Açu se reuniram com o Procurador do Ministério Público Federal de Souza (PB), Dr. Tiago Misael de Jesus Martins. Além de José Procópio de Lucena, representaram o CBH-PPA seu secretário Hermano Oliveira Rolim e Emídio Gonçalves, coordenador do Centro de Apoio ao Comitê.
O DNOCS participou também da reunião, através do seu coordenador, Avanir Ponce Braga. O objetivo da reunião foi tratar do termo de execução descentralizada entre a Agência Nacional de Águas e o DNOCS, para a limpeza do Rio Aguiar-Piancó-Piranhas-Açu até a dívida dos Estados da Paraíba e Rio Grande do Norte.
Em SP, Rogério Marinho e FHC participam de uma das maiores feiras varejistas do Brasil
São Paulo (SP) sedia entre esta segunda (08) e a próxima quarta-feira (10) o Encontro Nacional da Cadeia do Abastecimento (ENACAB), que inclui também a 36ª Convenção da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD) do Canal Indireto. Esta é considerada uma das maiores feiras de negócios do país. A abertura do evento contou com a presença do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e do deputado federal Rogério Marinho (PSDB), presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa do Comércio, Serviços e Empreendedorismo (CSE).
“A Frente foi criada para que este setor tão importante para a economia do nosso país tivesse voz e representatividade. Este tem sido o nosso objetivo, contra o aumento de impostos e a favor de bandeiras como o da Lei do Trabalho Intermitente, que vai reduzir o desemprego no país”, disse Rogério. A Frente CSE conta hoje com quase 300 membros, entre deputados e senadores, sendo uma das maiores do Congresso Nacional, e foi criada com o objetivo de organizar uma força legislativa para auxiliar na formulação de diretrizes que apoiem o setor.
A primeira palestra do ENACAB, que ocorre no São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, ficou sob a responsabilidade do próprio FHC, que abordou o “Desenvolvimento Socioeconômico do Brasil”. Também esteve presente o governador do Espírito Santo, Paulo Hartung.
O evento realizado pela ABAD reúne representantes da indústria, agentes de distribuição e varejistas. A feira que integra o Enacab contará com a presença de aproximadamente 150 fornecedores de produtos, serviços e equipamentos. A expectativa é gerar mais de R$ 20 bilhões em negócios e receber cerca de 30 mil visitantes.
Presidente do Comitê de Bacias visita obras de implantação do Sistema de Abastecimento em Mãe D’Água
O articulador estadual do Seapac e presidente do comitê da bacia Hidrográfica do Piancó-Piranhas-Açu, Engº Agrº José Procópio de Lucena, visitou nesta segunda-feira (08) as ações de implantação do Sistema de Abastecimento D’água da comunidade Mãe D'Água, na zona rural do município de Coremas\PB.
Na oportunidade, o comitê conversou com moradores e a equipe de campo da CAGEPA e identificou que varias moradias continuam sendo abastecimento por carro pipa gerenciado pela prefeitura, e outras residências já possuem ligações realizadas pela CAGEPA. Os serviços das interligações residenciais ao sistema de abastecimento continuam numa boa parceria entre os moradores e a CAGEPA.
“Identificamos que a comunidade e a CAGEPA estão dialogando e tomando decisões em conjunto. Se a parceria comunidade e CAGEPA se mantiverem sem nenhuma interrupção a previsão de conclusão dos serviços a fim de atender o consumo humano da comunidade é de 08 a 10 dias”, destacou Procópio.
Na oportunidade, o comitê também, visitou a tomada d’água do Açude Mãe D’água para verificar in loco os trabalhos de adequações e melhoria dos barrilletes, que visa liberar água para o Rio Aguiar, e daí para o Rio Piancó-Piranhas-Açu, com o objetivo de abastecer as populações de 26 municípios da PB e 04 do RN, aproximadamente 400 mil pessoas, após o açude Curemas atingir o seu volume morto.
“Na visita constatamos que os serviços de remoção de registros e implantação de válvula, curvas, tubos de 800 mm, outros serviços e obras estão sendo executados pela CAERN, através da empresa AGASPAR. A previsão para conclusão destes serviços e obras se os trabalhos continuarem no ritmo atual é 25 deste mês de agosto”, finalizou.
segunda-feira, 8 de agosto de 2016
Agripino cumpre compromisso com o RN e apresenta projetos de lei para combate à violência
Cumprindo o compromisso que assumiu na última semana com o Rio Grande do Norte, o senador José Agripino apresentou nesta segunda-feira (8) dois projetos de lei que ajudarão no combate à violência nos estados e municípios de todo o Brasil. O primeiro, o PLS 304/2016, muda a distribuição do Fundo Nacional Antidrogas (Funad) e destina aos municípios 70% dos recursos do fundo, levando em conta o critério proporcional do Fundo de Participação dos Municípios.
Na prática, cidades com maior número de habitantes receberiam uma quantia maior de recursos para serem aplicados na prevenção e combate ao tráfico de drogas. “Esse fundo já existe e é administrado pela União, mas o tráfico de drogas está nos municípios, que não têm recursos para combater esse crime. Os municípios são unidades da Federação que estão hoje quebrados e convivem com a consequência do tráfico, como homicídios, entre outros”, destacou Agripino durante discurso na tribuna do Senado.
O segundo projeto de lei apresentado hoje pelo senador altera as regras de distribuição do Fundo Penitenciário Nacional (Funpen), hoje também comandado pela União. Pela matéria, o fundo passa a ser gerido por um conselho gestor e os estados que declararem situação de calamidade pública ou emergencial, como ocorreu em várias regiões do Rio Grande do Norte, receberão recursos desse fundo para serem aplicados na manutenção da ordem pública.
“Meu estado sofreu ataques sistemáticos de bandidos que, sob o comando de uma organização criminosa, sediada em presídios, promoveu a desordem na capital e no interior. Queimaram prédios públicos, estações de rádio e comunicação, enfim, a intranquilidade tomou conta e atingiu diretamente o trabalhador do meu estado, o homem de bem que luta pelo sustento de sua família”, destacou Agripino. “Com esses projetos, estou dando minha contribuição para que o banditismo, que ocorreu no meu estado e em vários estados do Brasil, seja combatido”, acrescentou.
Foto: Mariana Di Pietro
Fátima: Temer teme delações premiadas da Operação Lava Jato
A senadora Fátima Bezerra afirmou, nesta segunda-feira (8), que a pressa na conclusão do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff pelo consórcio golpista, não é movido por conta da viagem do presidente interino Michel Temer para a China, em setembro, conforme alegado pelo governo provisório. Na verdade, o motivo principal, como alertou Fátima, é o medo das delações premiadas de executivos da Odebrecht, envolvendo vários nomes da equipe do atual governo, incluindo o do próprio presidente.
No último final de semana, a revista Veja divulgou a notícia de que o presidente interino, Michel Temer, teria pedido "apoio financeiro" da Odebrecht para o PMDB e que a empresa teria repassado R$ 10 milhões em dinheiro vivo a integrantes do partido nas eleições de 2014. Além disso, a matéria traz a informação de que a campanha do hoje ministro das Relações Exteriores, José Serra (PSDB-SP), à Presidência da República, em 2010, recebeu R$ 23 milhões da empreiteira via caixa dois.
“Ficou claro que a pressa em abreviar o processo de impeachment não tem nada a ver com a viagem à China. Na verdade, a pressa se deve à operação Lava Jato. A pressa se deve ao medo que o presidente golpista e interino tem de que novas delações o envolvam”, declarou Fátima.
