quarta-feira, 15 de abril de 2015

Reunidos em Natal, cientistas internacionais procuram enfrentar a Dengue


Um instrumento desenvolvido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) para ajudar a monitorar a presença do mosquito da dengue entre a população do Rio Grande do Norte (RN) é o chamariz da 3ª Reunião da Rede Internacional de Avaliação e Controle da Dengue. Ele se chama Observatório Nacional da Dengue, desenvolvido por duas equipes de pesquisadores - uma da UFRN, liderada pelo Prof Ricardo Valentim, e a outra, do estado, liderada pelo médico epidemiologista, Ion Andrade. 

"O Observatório da Nacional da Dengue é a primeira proposta de mudança no processo de trabalho desde Oswaldo Cruz, e, portanto, tem um grande potencial para ser mais efetivo no controle e no combate a Dengue", afirma Ion de Andrade, médico epidemiologista do estado e colaborador do projeto. 

O evento 
Em cinco dias, ou seja, de 13 até o dia 17, 22 cientistas de autoridades internacionais de cinco países em controle e combate da doença estão socializando no Hotel Praia Mar, em Natal, capital do estado, os avanços obtidos na identificação de áreas prioritárias para adoção de novas estratégias de controle da Dengue. Essa operação internacional conjunta, envolvendo Brasil, Cuba, Venezuela, México e Peru, e é capitaneada pelo Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) da UFRN em conjunto e a Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde. 

Ao cumprimentar os 22 cientistas visitantes, a reitora da UFRN, Ângela Maria Paiva Cruz, caracterizou o Observatório Nacional da Dengue como uma das ações do Programa Estruturante Universidade Cidadã, do Plano de Ação da Gestão Ângela Paiva-Fátima Ximenes e disse que a universidade está preocupada em crescer, desde que envolvida com os problemas sociais do povo potiguar. Ao destacar o papel do Laboratório de Inovação Tecnológica em Saúde (LAIS) nesse processo, foi taxativa: “Precisamos ser mais espertos que o mosquito da dengue para darmos condições de manutenção da saúde da população. Isso envolve a responsabilidade coletiva social da universidade e coletiva, da sociedade”.

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