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| Foto:Agência Senado |
Em seu pronunciamento, Paulo Davim, que é médico, disse que os recursos do SUS precisam ser racionalizados, reduzindo o fenômeno do "hospitalocentrismo", como o batizou o economista especializado em administração hospitalar e economia da saúde Bernard Couttolenc, citado pelo senador.
A regulamentação da Emenda Constitucional nº 29 poderá significar um novo momento para o Sistema Único de Saúde, como forma de dar sustentabilidade ao sistema, mas é preciso fugir do convencional e buscar novas fontes de financiamento do setor, associadas à gestão profissionalizada e austera. A afirmação é do senador Paulo Davim (PV-RN), autor do requerimento de homenagem aos 21 anos do SUS, realizada na primeira parte da sessão plenária desta segunda-feira (19). A homenagem contou com a participação de representantes de autoridades e de entidades profissionais ligadas à saúde.
O projeto que regulamente a emenda (PLP 306/2008, na Câmara, e PLS 121/07, no Senado) encontra-se na pauta do Plenário da Câmara e deverá ser votado nesta semana. A proposta - que assegura os recursos mínimos a serem aplicados pelos entes federados no financiamento das ações e serviços públicos de saúde - deverá retornar ao Senado, onde já foi aprovada anteriormente.
Segundo o ex-professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP), qualquer sintoma é motivo para o brasileiro procurar um hospital, onde está a atividade mais cara do SUS. De acordo com o especialista, muito do que é feito nos hospitais poderia ser tratado antes, nos ambulatórios ou no serviço de atenção básica, favorecendo a redução dos custos do sistema.
Paulo Davim ressaltou que há margem para melhorar o funcionamento do SUS, com garantia da otimização dos recursos, e que certamente o governo federal, estados e municípios, em conjunto e colaborativamente, sob a fiscalização da sociedade, haverão de trabalhar com seriedade para aperfeiçoar o SUS, racionalizando o seu funcionamento e reduzindo suas despesas.
O projeto que regulamente a emenda (PLP 306/2008, na Câmara, e PLS 121/07, no Senado) encontra-se na pauta do Plenário da Câmara e deverá ser votado nesta semana. A proposta - que assegura os recursos mínimos a serem aplicados pelos entes federados no financiamento das ações e serviços públicos de saúde - deverá retornar ao Senado, onde já foi aprovada anteriormente.
Segundo o ex-professor da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (FSP-USP), qualquer sintoma é motivo para o brasileiro procurar um hospital, onde está a atividade mais cara do SUS. De acordo com o especialista, muito do que é feito nos hospitais poderia ser tratado antes, nos ambulatórios ou no serviço de atenção básica, favorecendo a redução dos custos do sistema.
Paulo Davim ressaltou que há margem para melhorar o funcionamento do SUS, com garantia da otimização dos recursos, e que certamente o governo federal, estados e municípios, em conjunto e colaborativamente, sob a fiscalização da sociedade, haverão de trabalhar com seriedade para aperfeiçoar o SUS, racionalizando o seu funcionamento e reduzindo suas despesas.
Fonte:Agência Senado

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