Passados os 100 primeiros dias de governo, a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) fez um levantamento positivo de sua gestão. Dá mesma forma políticos da situação vieram a públicos para defender e os da oposição para criticar. Mas quem deu o verdadeiro tom de crítica foi o ex-governador Iberê Ferreira de Souza (PSB).
Iberê, que sucedeu Wilma de Faria (PSB) no cargo de chefe do Executivo estadual, terminou sendo o alvo de diversos ataques do atual governo, posto como um dos principais responsáveis pela crise financeira que o Estado vem enfrentando, segundo governistas.
Mas hoje, ele decidiu falar e rebateu todas as críticas. Segundo Iberê o Governo não foi passado para as mãos do DEM "quebrado". O ex-governador disse que, durante o tempo que esteve a frente do Executivo, todas as finanças estavam em dia e dentro do limite prudencial. "Não quero entrar nesse tipo de discussão, que não vai chegar a canto nenhum. Tenho documentos do TCE [Tribunal de Contas do Estado], que comprovam que o governo estava dentro do limite prudencial", argumentou.
Mas Iberê reconheceu as dificuldades financeiras, que o Estado vinha passando, mas reforçou não haver crise financeira existente, a ponto de quebrar o Estado e impossibilitar novos investimentos.
"Estou sendo colocado como algoz, como o responsável pela crise. Mas temos que lembrar que todos os Estados pequenos estão passando por dificuldades financeiras, por causa do pacto federativo. Mas quero deixar bem claro que uma coisa é um Estado estar passando por dificuldade, outra completamente diferente é dizer que está quebrado, acima do limite prudencial, sem projeções e perspectivas de futuro. O Rio Grande do Norte é um estado viável com boas projeções. Temos pela frente a construção de um novo aeroporto, teremos uma Copa do Mundo, temos agora um parque eólico em andamento, quer dizer, temos muito mais o que crescer, que mostrar como oportunidades de investimento", disse.
com informações Correio da Tarde

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